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Febre Pokémon Go abre portas para ação de hackers
06/Setembro/2016

Que o Pokémon Go é um jogo que deu muito certo e se tornou uma febre mundial, não é novidade. Os monstrinhos são famosos desde os anos 90 e conquistaram milhões de novos fãs após o lançamento do game para smartphones. No entanto, abriu portas para problemas antigos no mundo dos games: malwares como crackers, cheats e jailbreaks.

O jogo foi criado para que as pessoas capturem os monstrinhos espalhados pelos mapas reais das cidades, a caminho da escola, do trabalho, ou até mesmo em um passeio com esse objetivo, gerando interação e movimentação dos usuários.

Na contramão do objetivo do jogo, e aproveitando-se da gana de vencer e acelerar o processo de tornar-se um grande mestre Pokémon, além de outros motivos como o perigo de caminhar pela rua portando um smartphone, hackers disponibilizaram versões ou truques para Pokémon Go que permitem jogar sem sair de casa.

Assim, um jogador no Brasil pode, por exemplo, caçar Pokémons no Central Park de Nova York. O problema é que estes softwares, além de expor as contas dos usuários, vêm com malwares que comprometem o sistema e podem trazer sérios riscos de roubo ou perda de informações.

Entre as diversas formas de instalação disponíveis, algumas podem ser feitas acessando a Internet pelo próprio smartphone, por meio de um aplicativo desconhecido que fará o download da versão alterada do Pokémon Go. Duranteo procedimento, serão solicitadas informações de usuário e senha das contas na Apple (iPhone) ou Google (Android). Essas informações podem ser enviadas aos hackers, que terão acesso às contas para diversas práticas ilegais.

O POGOBOT é um exemplo de Pokémon Go Hacked. Ele é um software que roda em sistemas Microsoft Windows e, ao receber as informações de usuário e senha de uma conta do Pokémon Go, funciona como um robô que captura itens e Pokémons enquanto você realiza outras atividades. A Niantic, empresa desenvolvedora do Pokémon Go, está banindo constantemente usuários que utilizam esse tipo de programa.

As políticas de segurança da informação da Prodesp, alinhadas com a cerificação ISO 27001, que a empresa detém desde 2006, proíbem expressamente a utilização desse tipo de software dentro do ambiente corporativo.

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